2011/10/04

Projeto -Participar para Mudar

Os trabalhos desenvolvidos serão avaliados pelos cibernautas na plataforma online do concurso http://www.participarparamudar.com. Os mais votados serão avaliados por um júri, constituído por entidades representativas das instituições da União Europeia, que selecionará os vencedores. Os vencedores serão premiados com cheques-prenda da FNAC.

O CHRIS convida os professores e os seus respetivos alunos a visitarem o site do Participar para Mudar e a participar nesta iniciativa.
Caro/a Coordenador/a

O CHRIS – Centro de História Contemporânea e Relações Internacionais vem por este meio informar que já se encontra a decorrer o concurso Participar para Mudar, uma iniciativa da Comissão Europeia,  através do CIEJD - Centro de Informação Europeia Jacques Delors, enquanto Organismo Intermediário. 

Participar para Mudar destina-se a todos os estudantes que frequentam durante o ano letivo de 2011-2012 os 1º, 2º e 3º ciclos do ensino básico, ensinos secundário e profissional.

Este concurso tem como objetivo aproximar os jovens cidadãos da União Europeia e estimular a sua participação ativa na comunidade, através de projetos inovadores. Os projetos concorrentes devem ser elaborados por grupos com um máximo de 15 participantes, incluindo o seu responsável pedagógico, seja um professor ou um encarregado de educação. Podem inscrever-se vários grupos por estabelecimento de ensino. 

Os projetos concorrentes a Participar para Mudar podem tomar as formas de uma ação de voluntariado, um blog, uma revista, um programa de rádio, uma peça de teatro, um filme ou outras resultantes da imaginação individual ou coletiva. Os critérios essenciais para a elegibilidade dos projetos consistem na abordagem às questões da Cidadania Europeia e no envolvimento da comunidade educativa, assim como das comunidades locais.
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“Prémio é para as mulheres africanas em particular”

 "É um Nobel para as mulheres africanas, é assim que o descrevo. É para as mulheres em geral, mas em particular para as mulheres em África", declarou
A liberiana Leymah Gbowee, que esta sexta-feira recebeu o prémio com mais duas premiadas, considerou que a distinção é “para as mulheres africanas”, num contacto telefónico a partir de Nova Iorque com a agência France Presse. 
 
"É um Nobel para as mulheres africanas, é assim que o descrevo. É para as mulheres em geral, mas em particular para as mulheres em África", declarou.  

Além da pacifista Leyman Gbowee, a Presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, e a jornalista e activista iemenita Tawakkul Karman ganharam o prémio Nobel da paz 2011.   

As três mulheres foram distinguidas “pela luta pacífica em defesa da segurança das mulheres e dos direitos das mulheres na participação total no trabalho de construção da paz”, segundo o Comité Nobel Norueguês.   
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Instituto Nobel norueguês

Nobel da Paz para T. Karman, E. J. Sirleaf e L. Gbowee 

 

Tawakkul Karman, Ellen Johnson Sirleaf e Leymah Gbowee foram distinguidas hoje em Oslo com o Nobel da Paz, atribuído pelo Instituto Nobel norueguês.

O comité norueguês decidiu atribuir o Nobel a estas três mulheres - as liberianas Ellen Johnson Sirleaf e Leymah Gbowee e a iemenita Tawakkul Karman - pela sua luta pacífica em nome dos direitos das mulheres. "Não podemos alcançar a democracia e a paz duradoura no mundo a menos que as mulheres tenham as mesmas oportunidades do que os homens", escreve o comité em comunicado.

Ellen Johnson Sirleaf foi a primeira mulher africana a ser eleita, democraticamente, Presidente. Desde então "tem contribuído para a paz na Libéria, para a promoção do desenvolvimento económico e social e para reforçar a posição das mulheres".

Por seu lado, Leymah Gbowee conseguiu "mobilizar e organizar as mulheres de etnias e religiões diferentes a fim de conseguir acabar com a guerra na Libéria e garantir a sua participação nas eleições".

E nas circunstâncias mais difíceis, tanto antes como depois da "Primavera Árabe", Tawakkul Karman teve um papel de liderança na luta pelos direitos das mulheres e pela democracia e paz no Iémen. Nas suas primeiras declarações, Karman disse estar "feliz e surpreendida" por ter recebido o Prémio, que dedica aos activistas da "Primavera Árabe". "É uma honra para todos os árabes, muçulmanos e para todas as mulheres", acrescentou, citada pela estação de televisão Al-Arabiya, sediada no Dubai.

No ano passado, o Nobel da Paz foi atribuído a Liu Xiaobo pela sua "luta em nome dos direitos humanos fundamentais na China".

Até agora, apenas 12 mulheres receberam o Nobel da Paz, em 110 anos de história. A última foi a ecologista queniana Wangari Maathai que faleceu no final de Setembro.

A cerimónia de entrega do Nobel está marcada para 10 de Dezembro, em Oslo.

Vencedores do Prémio Nobel da Paz nos últimos dez anos:

2010: Liu Xiaobo (China)

2009: Barack Obama (Estados Unidos)

2008: Martti Ahtisaari (Finlândia)

2007: Al Gore (Estados Unidos) e Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC)

2006: Muhammad Yunus (Bangladesh) e Grameen Bank

2005: Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) e Mohamed ElBaradei (Egipto)

2004: Wangari Maathai (Quénia)

2003: Shirin Ebadi (Irão)

2002: Jimmy Carter (Estados Unidos)

2001: Organização das Nações Unidas (ONU) e Kofi Annan (Gana)
Fonte: PÚBLICO, 2011/10/07

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